O zinco é um oligoelemento essencial que ocorre em quantidades muito pequenas no corpo, mas desempenha um papel central em diversos processos metabólicos. É vital para o funcionamento de mais de 200 enzimas, evidenciando sua importância para o bem-estar. As enzimas que dependem de zinco participam de várias reações químicas, apoiando o metabolismo de carboidratos e energia, a formação e a degradação de proteínas, além da produção de glóbulos vermelhos.
O zinco também é fundamental para a saúde da pele e do pâncreas.
O corpo humano contém entre 2 a 3 gramas de zinco, distribuídos em diversos órgãos, com concentrações mais elevadas nos músculos, fígado, rins, pulmões, ossos e próstata. A ingestão diária adequada depende não apenas da dieta, mas também do sexo, idade e estado geral de saúde. Diferentemente de outros oligoelementos, o nível de zinco no sangue não é um indicador confiável, sendo a concentração de zinco nas células particularmente relevante.
Deficiências de zinco não podem ser corrigidas rapidamente, como ocorre com a vitamina C; por outro lado, os níveis de zinco no sangue podem diminuir em até 50% apenas 12 horas após uma refeição que não contenha esse mineral.
Cada célula do nosso corpo é envolta por uma camada protetora lipídica e aquosa, que contém corpos imunológicos, enzimas e proteínas. O zinco desempenha um papel crucial na manutenção da integridade dessa membrana celular, evitando a entrada de moléculas indesejadas.
Sistema Imunológico:
Nenhum outro mineral exerce uma influência tão significativa no sistema imunológico quanto o zinco. Este mineral versátil é essencial para a formação e funcionamento adequado das células imunológicas, como leucócitos, linfócitos e macrófagos. Sua deficiência pode resultar em células imunológicas fragilizadas e em menor quantidade, facilitando a propagação de patógenos. O zinco também é fundamental para o desenvolvimento do sistema imunológico nos primeiros anos de vida e estimula a memória imunológica.
Divisão Celular:
O zinco apoia a divisão celular ao facilitar a formação de enzimas que constroem e quebram ácidos nucleicos (RNA e DNA). Ele confere estabilidade à estrutura do DNA e RNA, essencial para a criação de novas células funcionais.
Cicatrização de Feridas:
Em lesões cutâneas, o zinco estimula a formação de redes de fibrina, que auxiliam na coagulação sanguínea e na regeneração do tecido. Seu efeito antibacteriano ajuda a prevenir inflamações em áreas danificadas.
Visão:
O zinco é encontrado em alta concentração nos tecidos oculares, especialmente na mácula e na coroide, desempenhando funções relacionadas à vitamina A e à taurina, além de atuar como antioxidante, protegendo as células oculares de danos.
Antioxidante:
Em um ambiente com excesso de radicais livres, o zinco, juntamente com o selênio e as vitaminas C, E e B2, atua como um antioxidante, combatendo o estresse oxidativo.
Sistema Endócrino:
O zinco é crucial na construção de hormônios como os da tireoide, hormônios do crescimento e reprodutivos, além do cortisol, um hormônio anti-inflamatório. Ele também ativa hormônios que garantem alerta e concentração.
Alergias:
O zinco modula o sistema imunológico e pode reduzir a liberação de histamina, um mediador importante nas reações alérgicas. Isso o torna um anti-histamínico natural, sem efeitos colaterais, e pode ser usado profilaticamente para prevenir sintomas alérgicos.
Diabetes:
O zinco é fundamental na regulação do açúcar no sangue. Diabéticos frequentemente apresentam má absorção deste mineral, aumentando o risco de deficiência. O zinco é parte do complexo zinco-insulina, essencial para a produção e armazenamento de insulina, ajudando a neutralizar a resistência à insulina.
Equilíbrio acidobásico:
O zinco pode ajudar a alcançar e manter um equilíbrio acidobásico. sendo um cofator da enzima anidrase carbônica, que aumenta a excreção de ácidos pela urina. A falta de zinco pode comprometer a função renal e a excreção adequada de ácidos.
Estudos indicam que uma parte significativa da população, incluindo cerca de metade dos brasileiros, pode estar em risco de deficiência de zinco, principalmente devido a uma dieta moderna inadequada.
Consequências da Deficiência de Zinco:
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Aumento dos níveis de açúcar no sangue
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Distúrbios de crescimento em crianças e adolescentes
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Problemas na pele, cabelo e unhas
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Cicatrização de feridas prejudicada
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Doenças inflamatórias da pele, como acne e psoríase
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Queda de cabelo e comprometimento da qualidade capilar
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Alterações nos órgãos sensoriais, incluindo distúrbios visuais e olfativos
A necessidade de suplementar o zinco aumenta em situações de diabetes, infecções, inflamações, queimaduras, câncer, durante a gravidez e lactação, em idosos, em condições de estresse constante, e em casos de sudorese excessiva devido a atividade física intensa.
Obs:Você pode ler aqui sobre os papéis dos minerais... nas informações gerais sob o título “Notícias”.
Esta informação é conhecimento científico atual e destina-se a fornecer uma visão geral - sem referência somente aos nossos produtos.
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